SITIÊ

Após duas décadas de ocupação irregular no morro do Vidigal, uma ação da prefeitura do Rio de Janeiro causou a desocupação e demolição de alguns barracos na comunidade. A não remoção desses resíduos somada à baixa frequência da coleta de lixo no complexo da favela levou ao acúmulo de mais de 16 toneladas de detritos. Os moradores, com a liderança de Mauro Quintanilha, Paulinho, Pedro Henrique Cristo e Caroline Shannon, revoltados com o descaso do poder público decidiram, por conta própria, recolher esses resíduos e organizaram mutirões. Os próprios residentes, começaram a trabalhar no local com atividades de reflorestamento, reciclagem, paisagismo, agricultura urbana, permacultura e melhoria dos acessos ao parque. Em 2012, a secretaria do Meio Ambiente do município do Rio de Janeiro reconheceu o Parque do Sitiê como a primeira agro-floresta da cidade que se formalizou por meio do Instituto Espaço Parque Sitiê.

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